<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt"><generator uri="https://jekyllrb.com/" version="4.4.1">Jekyll</generator><link href="https://daniel.lispclub.com/feed.xml" rel="self" type="application/atom+xml" /><link href="https://daniel.lispclub.com/" rel="alternate" type="text/html" hreflang="pt" /><updated>2026-04-22T13:53:24+00:00</updated><id>https://daniel.lispclub.com/feed.xml</id><title type="html">Daniel Cerqueira</title><entry><title type="html">2 Mottos</title><link href="https://daniel.lispclub.com/2026/04/21/dois-mottos/" rel="alternate" type="text/html" title="2 Mottos" /><published>2026-04-21T00:00:00+00:00</published><updated>2026-04-21T00:00:00+00:00</updated><id>https://daniel.lispclub.com/2026/04/21/dois-mottos</id><content type="html" xml:base="https://daniel.lispclub.com/2026/04/21/dois-mottos/"><![CDATA[<p>Vou sobrescrever o Darma Verdadeiro com estes 2 mottos.
<!-- stop --></p>

<p>Os dois mottos são:</p>

<ul>
  <li>todas as generalizações estão erradas (incluindo esta)</li>
  <li>nenhumas particularizações estão certas (excluindo esta)</li>
</ul>

<p>O primeiro motto é uma cópia, do primeiro ponto, do Darma Verdadeiro. Ler uma explicação <a href="/2026/04/20/darma-verdadeiro/">aqui</a>.</p>

<p>O segundo motto é da minha autoria. Com “particularizações”, quero dizer partir do geral, para atribuir algo desse geral, ao particular.</p>]]></content><author><name></name></author><summary type="html"><![CDATA[Vou sobrescrever o Darma Verdadeiro com estes 2 mottos.]]></summary></entry><entry><title type="html">Darma Verdadeiro</title><link href="https://daniel.lispclub.com/2026/04/20/darma-verdadeiro/" rel="alternate" type="text/html" title="Darma Verdadeiro" /><published>2026-04-20T00:00:00+00:00</published><updated>2026-04-20T00:00:00+00:00</updated><id>https://daniel.lispclub.com/2026/04/20/darma-verdadeiro</id><content type="html" xml:base="https://daniel.lispclub.com/2026/04/20/darma-verdadeiro/"><![CDATA[<p>Este é o Darma verdadeiro, e renascido.
<!-- stop --></p>

<p>Culturalmente, aprendemos a ver uma coisa como uma totalidade. Pior, muita gente vê parte como um todo (em que esta parte pertence), fazendo generalizações para o exterior. Ambas estas maneiras são maneiras erradas de ver as coisas.</p>

<p>Quanto ao segundo ponto, o ponto de generalizar para o exterior, por exemplo, vendo um ato de um indivíduo e acreditando (erradamente) que todo o grupo em que este individuo está inserido faz (ou pensa) de maneira semelhante ao que este ato representa, tens como solução seguir o motto de <strong>“todas as generalizações estão erradas”</strong>. De acreditar na tua mente neste motto; e segui-lo. Também, para estar completo, podes, talvez mais tarde, fazer o motto ser <strong>“todas as generalizações estão erradas, incluindo esta”</strong>.</p>

<p>Quanto ao primeiro ponto, o ponto de ver uma coisa como uma totalidade, por exemplo, injetando um corpo humano e acreditando (erradamente) que todo o corpo humano na qual o músculo medicado pertence, reage, ou tem, um efeito semelhante (quer sempre, quer em todo o lado do corpo, quer em todos os corpos) à droga/medicação, tens como solução seguir o motto de <strong>“o um está errado”</strong>. De acreditar na tua mente neste motto; e segui-lo. Também, para estar completo, podes, talvez mais tarde, fazer o motto ser <strong>“o um está errado, incluindo a unidade / o significado deste motto”</strong>.</p>]]></content><author><name></name></author><summary type="html"><![CDATA[Este é o Darma verdadeiro, e renascido.]]></summary></entry><entry><title type="html">Removi Contacto</title><link href="https://daniel.lispclub.com/2026/04/19/removi-contacto/" rel="alternate" type="text/html" title="Removi Contacto" /><published>2026-04-19T00:00:00+00:00</published><updated>2026-04-19T00:00:00+00:00</updated><id>https://daniel.lispclub.com/2026/04/19/removi-contacto</id><content type="html" xml:base="https://daniel.lispclub.com/2026/04/19/removi-contacto/"><![CDATA[<!-- stop -->

<p>Hoje, removi o meu endereço de email público da minha página de contacto deste website.  Vê a explicação na minha <a href="/contact">página de contacto atualizada</a>.</p>]]></content><author><name></name></author><summary type="html"><![CDATA[]]></summary></entry><entry><title type="html">Ilusão</title><link href="https://daniel.lispclub.com/2026/04/15/ilusao/" rel="alternate" type="text/html" title="Ilusão" /><published>2026-04-15T00:00:00+00:00</published><updated>2026-04-15T00:00:00+00:00</updated><id>https://daniel.lispclub.com/2026/04/15/ilusao</id><content type="html" xml:base="https://daniel.lispclub.com/2026/04/15/ilusao/"><![CDATA[<p>Já há algum tempo que ando com esta ideia. Vou publicá-la.
<!-- stop --></p>

<p>É sobre o valor (o significado) da palavra ilusão. Eu acho que esta palavra poderia estar associada a algo mais bonito.</p>

<p>Para mim, o valor de “ilusão” passa a valer “entre a luz”, “no reino da grande luz”. Este “i”, para mim, passa a valer o “meio”, e “lusão” vale “a grande luz” (por exemplo, o Sol).</p>

<p>Sei que somos influenciados pelos nossos sentidos percecionais, como o valor “normal” de “ilusão” aponta; por isso este novo significado de “ilusão” também é uma referência a este facto.</p>

<p>O acreditar que nada está atrás da perceção, quer o “nada” literal, quer o “nada” interpretado (quer o valor de “nada”), deixo na mente do falante/escritor.</p>

<p>Desculpem estar a alongar-me nesta publicação, no entanto, devo acrescentar que o contrário a “ilusão” já tem uma palavra: a palavra “desilusão”. E, conforme comum em várias palavras de contrário, a “desilusão” (o estar “desiludido(a)”) é uma palavra com um valor negativo; logo a “ilusão”, deve, na minha perspetiva, ser, ou algo positivo, ou algo neutro.</p>

<p>Fiquem okay :sunny:</p>]]></content><author><name></name></author><summary type="html"><![CDATA[Já há algum tempo que ando com esta ideia. Vou publicá-la.]]></summary></entry><entry><title type="html">Palavras do Meio</title><link href="https://daniel.lispclub.com/fala/2026/04/14/palavras-do-meio/" rel="alternate" type="text/html" title="Palavras do Meio" /><published>2026-04-14T00:00:00+00:00</published><updated>2026-04-14T00:00:00+00:00</updated><id>https://daniel.lispclub.com/fala/2026/04/14/palavras-do-meio</id><content type="html" xml:base="https://daniel.lispclub.com/fala/2026/04/14/palavras-do-meio/"><![CDATA[<p>Sem algum sucesso com as minhas novas palavras portuguesas, revelo um bom e antigo segredo.
<!-- stop --></p>

<p>Tive de verificar múltiplas vezes, se tinha trocado, mais uma vez, a palavra “revelo” por “relevo”… :smiley: .</p>

<p>Quanto ao bom segredo, vou apontar aqui as “palavras do meio” portuguesas. São:</p>

<ul>
  <li>algo</li>
  <li>alguém</li>
  <li>algum(a)</li>
  <li>algures</li>
</ul>

<p>Como dá para ver, estas ótimas palavras foram importadas para o português, a partir de ideias muçulmanas. Estamos a dever alguma bondade para com o povo muçulmano (e, de maneira geral, algo para com todo o povo africano…).</p>]]></content><author><name></name></author><category term="fala" /><summary type="html"><![CDATA[Sem algum sucesso com as minhas novas palavras portuguesas, revelo um bom e antigo segredo.]]></summary></entry><entry><title type="html">Talvez ou Qualquer Um</title><link href="https://daniel.lispclub.com/fala/2025/12/21/talvez-ou-qualquer-um/" rel="alternate" type="text/html" title="Talvez ou Qualquer Um" /><published>2025-12-21T00:00:00+00:00</published><updated>2025-12-21T00:00:00+00:00</updated><id>https://daniel.lispclub.com/fala/2025/12/21/talvez-ou-qualquer-um</id><content type="html" xml:base="https://daniel.lispclub.com/fala/2025/12/21/talvez-ou-qualquer-um/"><![CDATA[<p>Em baixo tem a explicação da diferença entre “Talvez” e “Qualquer Um”.
<!-- stop --></p>

<p>Sabemos que com “Qualquer Um”, existe um grupo de escolhas. Em que podemos escolher um elemento desse grupo (de escolhas).</p>

<p>O “Talvez” é semelhante ao “Qualquer Um”. Também há um grupo de escolhas, e podes escolher um elemento desse grupo. No entanto, há um acréscimo… Para além de puderes escolher um dos elementos, podes escolher o “Nada”.</p>

<p>Com “Talvez”, o elemento “Nada” está sempre dentro do grupo (de escolhas).</p>]]></content><author><name></name></author><category term="fala" /><summary type="html"><![CDATA[Em baixo tem a explicação da diferença entre “Talvez” e “Qualquer Um”.]]></summary></entry><entry><title type="html">Não??</title><link href="https://daniel.lispclub.com/fala/2025/11/21/nao/" rel="alternate" type="text/html" title="Não??" /><published>2025-11-21T00:00:00+00:00</published><updated>2025-11-21T00:00:00+00:00</updated><id>https://daniel.lispclub.com/fala/2025/11/21/nao</id><content type="html" xml:base="https://daniel.lispclub.com/fala/2025/11/21/nao/"><![CDATA[<p>No meu livro “Falar com Valor”, eu começo neste tópico. Só hoje é que descobri o quão importante este tópico realmente é.
<!-- stop --></p>

<p>O tópico é sobre o “Não”. Passo a explicar, brevemente, a prática deste conhecimento.</p>

<p>O “Não” tem 3 partes dentro: o “Nada”, o “Diferente de”, o “Não”. O que torna confuso, falar um “Não”.</p>

<h2 id="exemplos">Exemplos</h2>

<h3 id="o-nada">O “Nada”</h3>

<p><em>Amigo 1</em>: Queres comer mais sopa?</p>

<p><em>Amigo 2</em>: Não. Não quero mais.</p>

<p>Aqui este “não” é um “nada”. Pois já acabei de comer.</p>

<h3 id="o-diferente-de">O “Diferente de”</h3>

<p><em>Amigo 1</em>: Queres ir por ali?</p>

<p><em>Amigo 2</em>: Não. Não gosto desse caminho.</p>

<p>Aqui este “não” é um “diferente de”. Pois vou em frente.</p>

<h3 id="o-não">O “Não”</h3>

<p><em>Amigo 1</em>: Estás bem?</p>

<p><em>Amigo 2</em>: Não. Não estou bem.</p>

<p>Aqui este “não” é contrário de “sim”. Pois só sei que não estou bem. Posso, ou estar neutro, ou estar mal (ou estar algures entre o neutro e o mal).</p>

<h2 id="conclusão">Conclusão</h2>

<p>O “Não” é altamente ambíguo. E deve ser evitado, a menos que se esteja a responder a uma pergunta de um amigo :smiley: .</p>]]></content><author><name></name></author><category term="fala" /><summary type="html"><![CDATA[No meu livro “Falar com Valor”, eu começo neste tópico. Só hoje é que descobri o quão importante este tópico realmente é.]]></summary></entry><entry><title type="html">Minha Religião Atual</title><link href="https://daniel.lispclub.com/espiritual/2025/07/31/minha-religiao/" rel="alternate" type="text/html" title="Minha Religião Atual" /><published>2025-07-31T00:00:00+00:00</published><updated>2025-07-31T00:00:00+00:00</updated><id>https://daniel.lispclub.com/espiritual/2025/07/31/minha-religiao</id><content type="html" xml:base="https://daniel.lispclub.com/espiritual/2025/07/31/minha-religiao/"><![CDATA[<p>Tudo está em constante mudança, inclusive eu.
<!-- stop --></p>

<p>Acho que chegou a altura de eu falar sobre o meu posicionamento religioso atual. Dado eu já ter falado sobre religião neste blog.</p>

<p>Já há bastantes anos que deixei de ter posicionamento religioso. Isto é, a religião não me influencia de qualquer maneira, nem tomo qualquer posicionamento religioso.</p>

<p>Abandonei a crença em Deus, e considero-a um mecanismo de defesa, herdado pela cultura, usado por várias pessoas.</p>

<p>Também abandonei a crença em um reino divino superior, e em um reino divino inferior. Num Céu e num Inferno.</p>

<p>A morte é a aniquilação da vida, e a vida é temporária. Surpresa? Bem, não deveria ser. É uma pena que a nossa cultura nos tente fazer acreditar o oposto.</p>

<p>Por isso, acho que me podes considerar ateísta, se <em>tiveres</em> <strong>mesmo</strong> a necessidade de me atribuir uma religião…</p>]]></content><author><name></name></author><category term="espiritual" /><summary type="html"><![CDATA[Tudo está em constante mudança, inclusive eu.]]></summary></entry><entry><title type="html">Pára o Ignorar</title><link href="https://daniel.lispclub.com/fala/2025/07/27/para-o-ignorar/" rel="alternate" type="text/html" title="Pára o Ignorar" /><published>2025-07-27T00:00:00+00:00</published><updated>2025-07-27T00:00:00+00:00</updated><id>https://daniel.lispclub.com/fala/2025/07/27/para-o-ignorar</id><content type="html" xml:base="https://daniel.lispclub.com/fala/2025/07/27/para-o-ignorar/"><![CDATA[<p>O ignorar é algo que tenho utilizado quando não tenho algo positivo para dizer… Vou mudar esta abordagem.
<!-- stop --></p>

<p>Quando eu dou um elogio a alguém, e a pessoa sente realmente o elogio e aprecia esse elogio profundamente, a melhor resposta que recebi foi: silêncio… foi nenhuma palavra (às vezes com juntamente um gesto de mostrar apreço).</p>

<p>Acontece que, o silêncio também pode significar o <em>ignorar</em>. Infelizmente… Logo, eu devo reconquistar o silêncio como algo profundamente bom. E acho ser algo bom qualquer pessoa também fazer o mesmo. Atribuir ao silêncio o melhor que a comunicação pode oferecer. Sendo o silêncio nenhuma palavra, nenhuma comunicação audível.</p>

<p>O ignorar é o silêncio ser algo negativo, por isso, em vez de ignorar alguém, vou começar a dizer “não”, “não!”, “nada”, “nada!”, ou algo semelhante. Fazer do meu desprezo palavras audíveis. Merecem ser palavras audíveis.</p>

<p>E reservar o silêncio para o melhor que posso oferecer… algo para além das palavras.</p>]]></content><author><name></name></author><category term="fala" /><summary type="html"><![CDATA[O ignorar é algo que tenho utilizado quando não tenho algo positivo para dizer… Vou mudar esta abordagem.]]></summary></entry><entry><title type="html">Eu e o Mosquito</title><link href="https://daniel.lispclub.com/2025/07/06/eu-e-o-mosquito/" rel="alternate" type="text/html" title="Eu e o Mosquito" /><published>2025-07-06T00:00:00+00:00</published><updated>2025-07-06T00:00:00+00:00</updated><id>https://daniel.lispclub.com/2025/07/06/eu-e-o-mosquito</id><content type="html" xml:base="https://daniel.lispclub.com/2025/07/06/eu-e-o-mosquito/"><![CDATA[<p>Desde há uns tempos, decidi deixar de matar mosquitos quando estou deitado.
<!-- stop --></p>

<p>De certa forma, estive curioso em saber o que os mosquitos querem com a minha cara. Cheguei à conclusão que, apesar do barulho irritante do bater de asas do mosquito comum, tenho poucas razões para matar mosquitos. Pois raramente, os mosquitos mordem-me na cara.</p>

<p>Por isso, comecei com uma experiência (que continua em processo)… deixar os mosquitos “aterrarem” na minha cara que está descoberta, enquanto estou deitado a tentar dormir.</p>

<p>Acontece que, a maioria das vezes, o mosquito não me morde, sempre que aterra na minha cara. Mas torna-se bastante stressante, o pensar “Tu queres é sugar-me o sangue”; que, na maior parte das vezes, é um pensamento irreal. No entanto, ainda costumo dar um empurrãozinho gentil, com o meu dedo, para pôr o mosquito a voar.</p>

<p>Notem que agora estou a falar “o mosquito”, invés de “os mosquitos”, pois eu acredito já conseguir distinguir se é o mesmo mosquito de sempre, ou se é um novo mosquito. Pelo som do bater das asas. Novos mosquitos só aparecem quando a gata consegue comer o mosquito.</p>

<p>Também já matei mosquitos no passado. No entanto, hoje em dia já não faço isso.</p>

<p>Por isso, de certa maneira, criei Paz na relação entre Humano-Mosquito. Isto só demonstra que o medo não é assim tão forte, mesmo o medo humano irracional para com os mosquitos.</p>

<p>Vamos melhorar a relação Humano-Mosquito, visto que a relação SociedadeHumana-para-com-SociedadeHumana, ultimamente, não tem tido grande melhoria.</p>]]></content><author><name></name></author><summary type="html"><![CDATA[Desde há uns tempos, decidi deixar de matar mosquitos quando estou deitado.]]></summary></entry></feed>